Quais as complicações e reações adversas em escleroterapia com LASER e ou químicos?

Como todo tratamento médico, a escleroterapia, em todas as suas modalidades (líquida/espuma/LASER) está sujeita a reações adversas, efeitos colaterais e um resultado aquém da expectativa.

Isso ocorre na minoria dos casos, em tratando-se de profissionais bem qualificados e treinados, mas é uma realidade que deve ser conhecida pelo paciente, antes de tomar a decisão de aceitar a proposta terapêutica.

As manchas são as complicações mais comuns e, quase sempre, têm resolução no decorrer do tempo. Nesse caso, medicações tópicas coadjuvantes podem ser acrescentadas para acelerar o processo de clareamento.

Também podem ocorrer edema (inchaço) nos pés, bolhas e outras lesões da pele, formação de pequenos coágulos dentro dos vasos tratados.

“Matting” é também um quadro indesejável, em que se formam “nuvens” de novos vasinhos de calibre muito pequeno, como uma explosão, na área tratada. Essa “nuvem” muitas vezes se desvanece sozinha, após algumas semanas, sem qualquer intervenção.

Outras complicações mais graves, como necroses de pele e tromboses de veias profundas, podem ocorrer, mas são excepcionalmente raras Essas são razões que reforçam a necessidade da adesão integral ao tratamento e aas suas eventuais adversidades.

Via de regra, mesmo cursando com complicações, quase sempre o final é compensador e o aspecto da região tratada melhora significativamente em relação ao que era antes do tratamento

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