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Conheça 7 tecnologias para o combate de vasinhos e varizes

Conheça 7 tecnologias para o combate de vasinhos e varizes

As varizes afetam cerca de 30% da população mundial e são caracterizadas por ramificações vasculares, às vezes visíveis nas colorações avermelhada, azulada ou arroxeada na superfície da pele, tendendo a aumentar ao longo do tempo. Varizes  ou vasinhos podem aparecer devido a heranças genéticas, vida sedentária e tantos outros fatores, já abordados em posts anteriores (veja todos os posts aqui sobre esse assunto). As profissões que exigem que se fique em pé ou sentado durante muitas horas seguidas também podem contribuir para o surgimento das varizes.

Atualmente, existem vários tratamentos para o combate de varizes, que envolvem tecnologias avançadas e que proporcionam um ótimo resultado. Conheça algumas formas de tratamento, para que você avalie e consulte um angiologista sobre a mais indicada no seu caso.

Escleroterapia com líquido no combate de vasinhos

O procedimento, popularmente conhecido como “aplicação”, consiste na injeção de uma substância esclerosante líquida no interior de vasos de pequeno calibre, no intuito de secá-los. Existem vários tipos de químicos disponíveis para esse procedimento e o número de sessões depende da quantidade de vasos.

Escleroterapia com espuma

A substância esclerosante será misturada com um gás, tornando-a em forma de espuma, a qual será injetada diretamente nos vasos doentes. Essa solução irrita e produz inflamação na parede dos vasos, com o objetivo de causar o ressecamento desse vaso, sinônimo de esclerose. O procedimento poderá ser guiado por ultrassonografia vascular (Doppler colorido) e o número de sessões varia, caso a caso.

Escleroterapia com LASER transdérmico

Essa técnica utiliza a energia disparada em direção aos vasos que podem ser visíveis na superfície da pele e até mesmo vasos que estejam num plano além da visão normal, mas que são detectados com equipamentos de fleboscopia ou de realidade aumentada (assista o vídeo do Veinviewer® em ação e entenda como funciona o equipamento). O calor gerado danifica a parede dos vasos, com o objetivo de provocar seu desaparecimento.

O LASER transdérmico pode ser associado à escleroterapia líquida, o que irá potencializar os resultados. O procedimento é realizado no próprio consultório médico e o número de sessões também varia de acordo com cada caso.

Crioescleroterapia

É indicada no tratamento de “microvarizes” e vasinhos e realizada com a substância esclerosante resfriada em temperatura negativa, a qual é injetada diretamente nos vasos afetados. Assim, a baixíssima temperatura faz com que os vasos se contraiam e a eficácia do medicamento seja aumentada.

Laser endovascular

O laser endovascular frequentemente é indicado quando há necessidade de tratamento das veias safenas. O cirurgião introduz uma agulha na veia doente, com o auxílio da visão ultrassonográfica e, através dessa agulha, um fio guia. Sobre o fio guia será passada uma cânula e através dessa cânula, uma fibra ótica que envia pulsos de laser para secar a veia tratada. Esse procedimento tem menor invasividade em relação à cirurgia convencional e a recuperação costuma ser mais rápida.

Radiofrequência

A radiofrequência, como o Laser endovascular, é outra forma eficaz no tratamento das veias safenas. O cirurgião introduz uma agulha na veia doente, com o auxílio da visão ultrassonográfica e, através dessa agulha um fio guia. Sobre o fio guia será passado o cateter de radiofrequência no interior da veia tratada. O equipamento é acionado para dispensar um calor intenso na parede da veia, levando à cauterização da mesma. Da mesma forma que o Laser endovascular, a radiofrequência tem menor invasividade em relação à cirurgia convencional e é possível retomar todas as atividades do cotidiano, rapidamente.

Cirurgia tradicional

Na cirurgia, o objetivo é extrair as veias doentes através de pequenas incisões. Quando o tratamento da veia safena torna-se necessário, duas incisões são realizadas, uma na virilha e outra ao nível do joelho ou do tornozelo. Após ser exposta através dessas incisões, a veia isolada de suas conexões. A seguir, é introduzido um fio metálico ao qual ela é atada e extraída através de uma das incisões. A recuperação da cirurgia leva até 15 dias, em média.

O combate de varizes deve começar o mais precocemente possível, assim que o paciente perceber os primeiros vasos visíveis ou aos primeiros sintomas: sensação de queimação, pernas cansadas, dores e inchaço podem ser sinais do problema. Procure sempre um médico especialista em angiologia e cirurgia vascular, que possa avaliar a situação de suas veias e definir um tratamento adequado.

Você já fez algum desses procedimentos ou deseja se livrar das suas varizes? Deixe sua dúvida ou comentário no espaço abaixo!

Postado em: Notícias

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