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Safena doente: novo tratamento; tecnologia e bons resultados; assista e saiba mais

Safena doente: novo tratamento; tecnologia e bons resultados; assista e saiba mais

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Safena Doente Tem Novo Tratamento

Tecnologia não para de avançar no tratamento das varizes

Vimos que as doenças das veias associadas a varizes podem ser classificadas em 7 níveis (graus-de-varizes). Agora, vamos destacar aqueles casos em que temos um comprometimento significativo de alguma veia safena. A veia safena é um tronco importante no sistema venoso superficial. Temos alguns tipos de safena e as mais conhecidas são a Magna e a Parva.

Quando algum desses troncos safenos apresenta refluxo com repercussão hemodinâmica significativa, via de regra, deve ser neutralizado. Tempos atrás, diríamos que teria de ser operado, mas hoje, isso mudou muito. Há várias formas de tratar essas veias quando estão doentes: termoablacao(https://youtu.be/Jq6Ff1k8yQI), espuma, cirurgia.

A Termoablacao http://www.claudiasathler.com/servicos/termoablacao-da-veia-safena/ é hoje reconhecida como o método de primeira escolha para o tratamento da veia safena doente. Esse método se caracteriza por promover um tipo de cauterização interna da veia através da introdução de uma fibra ótica de Laser ou de um cateter de Radiofrequencia. Não há corte para dissecção do vaso, que é acessado por punção guiada pelo ultrassom. Sendo assim, a precisão é grande e a invasividade, pequena.

Como se não bastasse, os investimentos em outros métodos ainda menos invasivos continuam. Dentre eles, temos a possibilidade de “adesivar” ou “colar” por dentro a veia doente, de modo a coibir o problema do refluxo e suas consequências adversas.

Ainda não disponível no Brasil, mas já em uso em alguns países, o Cianoacrilato é a “cola” utilizada para selar a veia safena doente, neutralizando os prejuízos causados pelo refluxo, que aumenta a pressão nas veias. Conhecido como método não térmico e não tumescente, mostra-se ainda menos invasivo que a Termoablacao com Laser ou Radiofrequencia. Quanto à cola, os primeiros resultados são promissores. Entretanto, faltam estudos randomizados e controlados para conferir se a cola poderá ser igualada ao método padrão-ouro, bem como precisamos de tempo de seguimento dos casos que já foram tratados. A conferir, quando estiver sendo usada em larga escala, futuramente, conforme as projeções atuais.

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Postado em: Notícias

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